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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 15 a 19 anos
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Visitante número:
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Controle suas palavras... Minha LIBERDADE não pertence a NINGUÉM
ESSAS PERAMPULAS...
NOSSA HOJE EU MEIA PERAMPULADA, PRA VARIAR EU FIQUEI LEMBRANDO DE COISAS QUE NÃO DEVERIA, MINHA CABEÇA ESTÁ DANDO MIL VOLTAS OS PENSAMENTOS ME CONFUNDEM EU NAO SEI PQ TUDO ISSO AGORA QUE EU ESTOU TÃO BEM SEI LÁ TEM COISAS QUE NÃO APAGAM NUNCA... PQ É TÃO DIFICIL ESQUECER O PASSADO? E ATÉ QUE PONTO VALE A PENA DEIXAR ESTE PASSADO ATRAPALHAR A FELICIDADE QUE SE PODE VIVER HOJE? EU QUERIA ENCONTRAR PALAVRAS PARA DIZER TUDO O QUE EU ESTOU SENTINDO NESTE MOMENTO A UNICA COISA QUE POSSO DIZER É QUE PARECE TEM ALGO ME SUFOCANDO A MINHA VONTADE É SAIR CORRENDO E DIZER TUDO O QUE EU ESTOU SENTINDO MAS EU SEI QUE ISSO SÓ VAI ME MACHUCAR É COMPLICADO...
Codinome Beija-Flor
Pra que mentir Fingir que perdoou Tentar ficar amigos sem rancor A emoção acabou Que coincidência é o amor A nossa música nunca mais tocou Pra que usar de tanta educação Pra destilar terceiras intenções Desperdiçando meu mel Devagarinho flor em flor Entre os meus inimigos, Beija-flor Eu protegi teu nome por amor Em um codinome beija-flor Não responda nunca meu amor, nunca Pra qualquer um na rua beija-flor Que só eu que podia Dentro da tua orelha fria Dizer segredos de liquidificador Você sohava acordada Um jeito de não sentir dor Prendia o choro E aguava o bom do amor. Prendia o choro E aguava o bom do amor. (Cazuza)
Escrito por *Kabacita* às 20h53
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ESSA MUSICA É PARA UMA PESSOA MUITO ESPECIAL E QUE ESTÁ ME FAZENDO MUITO BEM...
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo Com sabor de fruta mordida Nós, na batida, no embalo da rede Matando a sede na saliva Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum trocado pra dar garantia E ser artista no nosso convívio Pelo inferno e céu de todo dia Pra poesia que a gente não vive Transformar o tédio em melodia Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum veneno anti monotonia E se eu achar a sua fonte escondida Te alcanço em cheio o mel e a ferida E o corpo inteiro como um furacão Boca, nuca e a tua mente, não Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum remédio que me dê alegria
Escrito por *Kabacita* às 20h22
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